quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Doenças que podem se desenvolver na Menopausa.

21:45

4 doenças que podem se desenvolver com a chegada da menopausa

A menopausa é uma fase da vida da mulher que, já afirmamos várias vezes, jamais deve ser temida por ela. A queda de produção hormonal é uma situação natural e necessária para o organismo que está envelhecendo e precisa se adaptar às suas novas condições físicas e metabólicas.

Isso não significa, entretanto, que não é preciso acompanhar e, em algumas situações, tratar a menopausa.Existem algumas doenças que podem se desenvolver caso a mulher opte por passar por essa fase da vida sem o suporte de um especialista. Se você não conhece essas condições, preparamos uma lista de doenças que podem se desenvolver na fase do climatério.

Osteoporose: a condição silenciosa

A osteoporose é uma doença silenciosa, sem sintomas aparentes quando começa a se desenvolver – situação que pode complicar a qualidade de vida da mulher que só percebe que desenvolveu a condição quando ela já se encontra em situação avançada.

É natural que, com a queda da produção hormonal, o organismo feminino encontre mais dificuldades para reter o cálcio ingerido na dieta para estruturar sua massa óssea, por isso é tão importante acompanhar de perto essa situação na mulher que já se aproxima da menopausa.

Além da reposição hormonal, seja ela sintética ou natural, a mulher pode fazer uso de suplementos orais de cálcio e vitamina D (uma das responsáveis pela retenção do mineral no tecido ósseo), para evitar o desenvolvimento da osteoporose.

Depressão: consequência de oscilações de humor não tratadas

Outra condição extremamente natural para a mulher na menopausa são as oscilações de humor, que ocorrem também por causa da queda da produção hormonal nessa fase da vida. As oscilações de humor, entretanto, quando se tornam intensas e constantes, se não tratadas, podem favorecer o desenvolvimento de um quadro de depressão, que também pode ser uma consequência da insatisfação da mulher com os sintomas tradicionais – e desconfortáveis – da menopausa.

Para evitar essa condição, além de realizar um acompanhamento psicológico nessa fase da vida, é recomendado procurar seu médico para iniciar um tratamento de reposição hormonal.




Prolapso uterino: consequência desconhecida da menopausa

Poucos médicos e especialistas em saúde feminina discutem o desenvolvimento do prolapso uterino em mulheres que chegam na fase do climatério. Essa condição, caracterizada por um enfraquecimento da musculatura uterina, causando incontinência urinária e dores durante o ato sexual, é uma consequência da queda do tônus muscular na mulher, causado também por causa das alterações hormonais.

Além do tratamento de reposição hormonal, mulheres podem fazer acompanhamento com fisioterapeutas, aprendendo a realizar exercícios para o tecido muscular local, recuperando seu tônus.

Hipertensão: alteração hormonal influencia o fluxo sanguíneo

As mudanças na produção dos hormônios femininos também podem resultar em um indesejado quadro de elevação da pressão arterial que, se não tratado e acompanhado de perto por um especialista, pode se tornar um diagnóstico de hipertensão.

Recomenda-se que, em conjunto com a reposição hormonal, mulheres que manifestam essa alteração na pressão arterial, realizem controle da alimentação e, em casos mais graves, façam um tratamento medicamentoso.

As doenças que podem se desenvolver com a chegada da menopausa são facilmente evitadas se a mulher mantém o acompanhamento de sua saúde com um médico de sua confiança. 

Fonte do artigo: Herborisa.com.br


Obrigada pela visita.. Bjs!

Irismar Oliveira



segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Sintomas da Azia.

17:54




Azia é uma sensação de ardor no estômago. Na maioria dos casos, alguns dos sucos digestivos do estômago saem do estômago para o esôfago (tubo entre a boca e o estômago). Isto é o que chamamos de refluxo. Estes incluem sucos de ácido clorídrico, que é um ácido bastante poderoso. É utilizado na indústria na limpeza de metais. Quando ele entra em contato com o esôfago, faz a parede arder. Normalmente, o músculo do esfíncter esofágico fecha e previne os ácidos estomacais de serem empurrados para cima.



SINTOMAS: Sensação de ardor ou queimação no estômago ou no peito.
Queimação, ou azia, pode ser causada pelo consumo excessivo de ácidos ou frituras, álcool, café, alimentos picantes, chocolate, ou apenas devido a grande quantidade de comida no estômago. Frutas cítricas ou alimentos à base de tomate podem causar azia em algumas pessoas.


Outros fatores que podem contribuir são hérnia de hiato, alergias, stress, problemas na vesícula biliar e deficiências enzimáticas.



TRATAMENTOS NATURAIS
• Imediatamente beba um copo grande de água. Isso ajudará a lavar o HCL a voltar para baixo e a diluí-lo.

• Beba suco de batata crua, descascada.

• Não se deite. Permaneça na posição vertical, de modo que a gravidade possa ajudar a empurrar para baixo o HCL e mantê-lo lá. Mais tarde, quando você se deitar, eleve a cama na cabeça cerca de 10 centímetros (pode ser colocando um calço abaixo do pé da cama).

• Evite muito esforço; se você tiver que levantar algo, dobre os joelhos. Evite comprimir o seu estômago quando você tem azia.

• Comer balas relaxa o inferior do esôfago, assim o HCl pode ir mais facilmente para dentro do esôfago.

• Não beba nada cafeinado, pois vai irritar ainda mais o esôfago. A cafeína relaxa o esfíncter, então o conteúdo estomacal pode mover-se para cima. A fumaça do tabaco também relaxa o esfíncter. Estrógenos relaxam também.

• Beber leite podem dar uma boa sensação ao descer, mas incita o estômago a secretar mais ácido.

• Bebidas efervescentes expandem o estômago e torna mais provável a subida do HCl para a canalização.

• Alimentos gordurosos e fritos depositados no estômago por um longo tempo faz aumentar a produção de HCl. Evite a carne e produtos lácteos.

• Os antidepressivos e sedativos agravam a azia. A aspirina e o ibuprofeno provocam azia.

• Antiácidos apenas mascaram os sintomas. Eles também contêm alumínio.

• Evite o stress, pois ele também aumenta a produção de HCl.

• Desaperte o cinto ou, melhor ainda, use suspensórios.

• Não coma dentro de 2 1/2 horas antes de deitar. Se o fizer, isso pode não só pode causar azia mas incitar ataques cardíacos também.

• Coma mais vegetais crus, mastigue bem a comida e coma lentamente.

• Angina e infarto são as duas condições muito perigosas. Um dos primeiros sintomas é aquilo que parece ser uma azia. Cuidado.

INCENTIVO: Você pode viver melhor. Foi Deus quem criou o seu corpo e Ele sabe exatamente o que é melhor para você agora. Converse com ele, peça Sua ajuda e confie!



Fonte do artigo: Portal Natural



segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Princípios para uma alimentação saudável.



Preparamos uma lista com 15 princípios para uma alimentação saudável, especialmente para você!

  1. Faça três refeições ao dia em horários regulares, com intervalo de 5 horas entre cada uma, no mínimo;
  2. Aprenda a relaxar antes das refeições e evite comer com ansiedade;
  3. Coma devagar, mastigando muito bem e saboreando os alimentos;
  4. Tome 6 a 8 copos de água por dia, nos intervalos das refeições.;
  5. Evite tomar líquidos durante as refeições. Respeite o intervalo de 30 minutos antes ou 2 horas após, para evitar a distensão do estômago e a diluição das enzimas digestivas;
  6. Inicie o almoço pela salada crua com temperos naturais como limão, alho, cebola e ervas aromáticas;
  7. Inicie o desjejum e o jantar pelas frutas;
  8. Reduza a quantidade de óleo no preparo dos alimentos;
  9. Substitua as frituras por alimentos assados e cozidos;
  10. Prefira alimentos naturais e integrais, evitando os refinados e processados;
  11. Priorize o consumo de Frutas, Verduras e Legumes;
  12. Procure variar os alimentos no seu dia a dia, fazendo um prato colorido;
  13. Use sal com moderação. Evite usar o saleiro à mesa;
  14. Evite bebidas alcoólicas;
  15. Evite o café e bebidas que contenham cafeína (refrigerantes, chá mate, chá preto, chá verde, chocolates, etc).





sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Causas da infecção no útero

21:25

A infecção no útero é uma doença no sistema reprodutor da mulher provocada pela presença de microrganismos, como vírus ou bactérias, que atinge o colo do útero ou a parte mais interna do útero. Normalmente atinge mulheres sexualmente ativas e, que e pode provocar sintomas, como:
  • Corrimento constante, com mau cheiro, de cor branca, amarelada, marrom ou cinza;
  • Sangramento vaginal fora do período menstrual;
  • Dor durante a relação sexual ou logo depois;
  • Dor na barriga, com sensação de pressão;
No entanto, nem todas as mulheres com infecção no útero apresentam todos os sintomas e, além disso, existe a possibilidade de se estar com uma infecção no 
útero e não apresentar nenhum sintoma, como pode acontecer na cervicite, 
que é a inflamação no colo do útero.

Geralmente, a inflamação no útero não é grave, porém, pode propagar-se para outras regiões, como ovários e trompas, podendo levar ao desenvolvimento de doença inflamatória pélvica.

Causas da infecção no útero
A infecção no útero pode ser causada por diversos motivos, como:
  • Doenças sexualmente transmissíveis, como HIV;
  • Infecção pelo vírus HPV;
  • Contacto íntimo com múltiplos parceiros sexuais;
  • Não usar camisinha em todas as relações sexuais;
  • Falta de higiene íntima;
  • Uso de produtos químicos ou sintéticos, como látex;
  • Lesões na vagina causadas pelo parto;
  • Duchas vaginais frequentes;
  • Infecções frequentes da vagina;
  • Utilização de roupas justas.
Além disso, pessoas com sistema imune mais fraco, como pacientes com diabetes ou HIV, têm maior chance de desenvolver infeções.





Tratamento para infecção no útero: O tratamento para infeção do útero deve ser orientado pelo ginecologista e, normalmente é feito com antibióticos, antivirais ou mesmo anti-inflamatórios, como Gynopac, Gynotran ou Gyno-iruxol, por exemplo.

O tratamento deve ser feito pela paciente e pelo seu parceiro e, pode ser feito através da toma de comprimidos ou da aplicação de creme ou óvulo diretamente na vagina.

Além disso, em alguns casos, pode ser necessário fazer cauterização, além de ser fundamental usar preservativo em todas as relações, para evitar a recontaminação.

Autor do texto: Dra. Sheila Sedicias - Médica ginecologista e mastologista formada pela Universidade Federal de Pernambuco com registro profissional no CRM PE 17459.

Fonte do artigo: Tua Saude.com


Bjs meninas!!!  

Irismar Oliveira